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Mercosul assina novo protocolo de adesão da Bolívia como membro pleno do bloco.

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Os Estados-membros do Mercosul assinaram nesta sexta-feira (17/07) um novo protocolo de adesão da Bolívia ao bloco como membro pleno. A decisão ocorreu em Brasília, pouco antes do início da  48ª cúpula do Mercosul. EFE Ministros e delegados se reúnem antes de encontro na capital do Brasil O documento foi ratificado pelos ministros das Relações Exteriores David Choquehuanca (Bolívia); Mauro Vieira (Brasil); Eladio Loizaga (Paraguai); Rodolfo Nin Novoa (Uruguai); e Delcy Rodríguez (Venezuela). O vice-chanceler argentino, Eduardo Zuain, também assinou o papel. O novo protocolo de adesão da Bolívia ao bloco sul-americano já era aguardado e é um dos principais destaques desta edição do encontro. De fato, o acordo de ingresso do país liderado por Evo Morales já havia sido assinado em dezembro de 2012. Entretanto, o Paraguai esteve ausente desse processo, em virtude do golpe que tirou o presidente Fernando Lugo do poder — fato classificado pelos membros do Mercosul co...

POR QUE ISRAEL BRIGA COM O PAPA?

O anúncio do Vaticano, de que  reconhecerá oficialmente o Estado da Palestina em novo tratado , provocou muxoxos e esperneios do governo liderado por Benjamin Netanyahu. A razão é simples, embora pareça apenas simbólica em alguns aspectos. O estatuto atual da Autoridade Palestina, inferior ao de nação plenamente estabelecida, favorece chantagem exercida pela aliança entre Israel e Estados Unidos. Ou os palestinos aceitam exigências draconianas apresentadas pela direita sionista ou verão seu futuro nacional adiado para as calendas gregas: tais são os termos praticados por Tel Aviv, com a benção da Casa Branca. Quando este cerco é rompido, através do estabelecimento de relações diplomáticas integrais, tanto por países quanto por fóruns internacionais, entra em crise a política de asfixia e protelação contra a Palestina. Não é à toa a reação intempestiva protagonizada por Netanyahu desde 2011, quando Mahmoud Abbas, presidente da AP, solicitou condição de membro pleno na Org...

Banco dos Brics terá economista indiano como primeiro presidente.

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O primeiro presidente do banco dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) será o economista indiano Kundapur Vaman Kamath. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (11/05) pelo secretário de Finanças da Índia Rajiv Mehrishi, em declarações à imprensa. Kundapur Vaman Kamath| Foto: Wikicommons Kamath atualmente é dirigente do ICICI Bank, o segundo maior banco indiano e o maior dos bancos privados do país asiático. Ele presidirá o banco dos Brics pelos próximos cinco anos. Após o prazo, a presidência será entregue ao Brasil. A criação da entidade foi anunciada em julho de 2014 no Brasil e a  ata constitutiva  foi assinada em 15 de julho do mesmo ano na VI cúpula realizada no Brasil. Com capital de US$ 100 bilhões de dólares, o banco foi concebido para servir de alternativa ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e ao Banco Mundial. Na última semana, o presidente russo, Vladimir Putin, ratificou a criação do  fund...

Genocídio armênio faz 100 anos; veja pontos-chave da matança.

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Imagem do Instituto-Museu do Genocídio Armênio, na qual se vê um grupo de armênios enforcados pelas forças otomanas em junho de 1915. /  AFP Enviar Imprimir Salvar Em 1915, o Governo otomano ordenou a deportação dos armênios, uma comunidade cristã, para os desertos da Síria. Na perseguição que se seguiu, quase um milhão de pessoas morreram. Na manhã desta sexta-feira,  100 anos depois do início do genocídio , umas 500 pessoas se reuniram em frente ao Museu de Arte Islâmica de Istambul, na  Turquia , com flores e retratos das vítimas armênias. Este edifício, situado no centro do distrito turístico de Sultanahmet, tinha uma função muito mais sinistra naquela época: nele foram presos 250 intelectuais e líderes da comunidade armênia de Istambul, antes de ser enviados a prisões do interior de Anatólia (território que corresponde a dois terços da parte asiática da Turquia moderna, e onde está situada a capital Ancara), onde a maior...

Seis gráficos explicam guerra contra 'Estado Islâmico'.

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A operação contra o grupo autodenominado 'Estado Islâmico' (EI) já dura seis meses, com centenas de alvos atingidos e milhares de combatentes mortos. A coalizão, liderada pelos Estados Unidos e com a participação de cerca de 60 países, iniciou seus ataques aéreos a alvos do grupo no Iraque em 8 de agosto de 2014. Posições na Síria começaram a ser atingidas em setembro. O objetivo é enfraquecer e, consequentemente, destruir o grupo. Apesar da operação, o 'Estado Islâmico' conseguiu tomar uma represa numa região ao norte de Bagdá no domingo, e divulgou um vídeo mostrando a decapitação de cristãos coptas egípcios - uma nova frente no conflito. Veja outros números da campanha contra o grupo: Qual o efeito da ofensiva? 6.000 Combatentes do 'EI' mortos no Iraque e na Síria 1.200 Combatentes do 'EI' mortos na batalha por Kobane 200  instalações de petróleo e gás destruídas 1.000  posições de ataque, postos de controle e prédios...

Estado Islâmico planeja avançar para Europa usando território da Líbia.

O EI (Estado Islâmico) planeja avançar com a luta armada para a Europa por meio do território da Líbia. Os jihadistas tentam dominar o país do norte da África "e depois instalar tropas e se preparar para invadir o velho continente", aponta relatório divulgado pelo portal  The Telegraph nesta quarta-feira (18/02). O plano prevê que os combatentes do EI se aproveitem da instabilidade política da Líbia para avançar até a região litorânea. Depois, o objetivo do grupo é chegar ao continente europeu na condição de "imigrante ilegal" por Lampedusa - território italiano, a 205 quilômetros da ilha da Sicília e a 113 da costa da Tunísia. "Após cruzar o Mediterrâneo, eles desejam realizar um massacre no sul da Europa", diz o relatório. O documento que o  The Telegraph  teve acesso foi escrito por um membro do EI que trabalha no recrutamento online de novos combatentes. De acordo com a imprensa britânica, o grupo reúne grande número de seguidores nas redes sociais...

Temperatura da Terra em 2014 foi a mais alta em 135 anos.

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A temperatura média do planeta em 2014 foi a mais alta em 135 anos, quando os registros climáticos começaram a ser feitos, segundo indicou relatório anual divulgado nesta sexta-feira (16/01) pela Nasa e a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês). A temperatura da Terra subiu 0,69 graus centígrados em relação à média registrada durante todo o século XX, que é de 13,9 graus, conforme o estudo. Os novos dados superam os recordes registrados em 2005 e 2010, quando a temperatura aumentou 0,04 graus. Agência Efe De acordo com os cientistas, com esses dados, a temperatura média anual do planeta ficou pela 38ª vez consecutiva acima do registrado em 1977. Desde 1880, quando começou o acompanhamento, os últimos 20 anos foram os mais quentes da história. Os cientistas destacaram principalmente o aumento de temperatura no século XXI, pois nove dos dez anos mais quentes ocorreram no novo século. Em 2014, o oceano se aqueceu como nu...