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Trump ameaça paralisar o Governo se democratas não financiarem muro com o México.

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  Presidente retoma a chantagem em assuntos imigratórios, que poucos resultados lhe trouxe até agora. O presidente Donald Trump retoma sua tática favorita, que no entanto quase nunca deu certo para ele: chantagear a oposição democrata para obter a aprovação de políticas de pulso firme contra a  imigração . O presidente norte-americano disse neste domingo, 29, que estaria disposto a forçar uma paralisação orçamentária do Governo federal, a partir de 1º. de outubro, se os democratas não aprovarem a construção de um  muro na fronteira com o México  e outras medidas de restrição à imigração legal e irregular. Os republicanos têm maioria no Senado, mas necessitam do apoio de pelo menos nove democratas para aprovar leis orçamentárias, o que enfurece Trump sobremaneira. Uma paralisação da Administração implica que não há recursos para os serviços não essenciais, e muitos funcionários públicos param de trabalhar.   Trump num ato na quarta-feira na Casa Branca ...

O que se sabe sobre a suspeita de que a Coreia do Norte esteja trabalhando em novos mísseis?

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Direito de imagem KCNA Image caption A Coreia do Norte realizou uma série de testes de mísseis de longo alcance em 2017. A  Coreia do Norte  estaria construindo novos mísseis balísticos, apesar da recente aproximação com o governo  Trump . É o que afirmam reportagens publicadas pela imprensa internacional. De acordo com o jornal The Washington Post, que ouviu autoridades da inteligência americana sob anonimato, satélites espiões detectaram atividade contínua em uma unidade de produção de mísseis norte-coreana. A agência de notícias Reuters cita, por sua vez, uma fonte que alerta para o fato de não estar claro até que ponto o trabalho foi feito. Em junho, o presidente Donald Trump se reuniu com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, em Cingapura. Foi o primeiro encontro entre um presidente americano e um líder norte-coreano. Após a reunião, ambos se comprometeram a trabalhar pela desnuclearização. Trump chegou a dizer que a Coreia do Norte "não é mais uma ameaça n...

“A 13ª Emenda” revela como o sistema penitenciário dos EUA perpetua a escravidão.

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A escravidão nos EUA tecnicamente acabou há 150 anos. Mas Ava DuVernay, diretora de ‘Selma: Uma Luta pela Igualdade’, quer que você dê mais uma olhadinha na emenda à Constituição que a aboliu. Seu documentário, “A 13ª Emenda”, é uma visão poderosa sobre como o sistema presidiário dos dias de hoje tem elos com a escravidão. O filme, que estreou na Netflix e em alguns cinemas seletos na sexta-feira, oferece uma mensagem bastante atual e comovente, tendo saído neste espaço de tempo entre o movimento Black Lives Matter e as eleições por vir. “A 13ª Emenda” foi aplaudido de pé na semana passada no New York Film Festival, onde se tornou o primeiro documentário a abrir o prestigioso evento. O título se refere à 13ª emenda à Constituição dos EUA, que aboliu a escravidão formalmente. Mas DuVernay concentra suas atenções na execução da cláusula da emenda, que declara que a escravidão e a servidão involuntária são ilegais, “exceto como castigo por um crime”. Numa entrevista ao The ...

O momento do encontro histórico entre os líderes das duas Coreias

Após anos marcados por ameaças e tensões, um encontro que até alguns meses atrás parecia impensável: o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pisou em território sul-coreano para se encontrar com o "inimigo", o presidente Moon Jae-in. Kim e Moon deram as mãos e sorriram na fronteira que separa as duas Coreias antes da reunião de cúpula histórica. Os dois líderes posaram juntos para fotos tanto em solo sul-coreano quanto norte-coreano. Esta foi a primeira vez na história que um líder norte-coreano cruzou a fronteira para o sul. Após o encontro, os líderes anunciaram que trabalharão em conjunto com o objetivo de eliminar todas as armas nucleares da região e também em transformar o armisticio que interrompeu a Guerra da Coreia, em 1953, em um tratado de paz, o que encerraria de vez o conflito. Antes do encontro, que até alguns meses atrás parecia impossível, Kim e Moon deram as mãos e sorriram na fronteira que separa as duas Coreias. Os dois líderes posaram juntos pa...

Muito além da princesa Isabel, 6 brasileiros que lutaram pelo fim da escravidão no Brasil.

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Direito de imagem ANDRÉ VALENTE | BBC BRASIL Image caption Batalha pela abolição já ocorria nas províncias brasileiras anos antes da assinatura da Lei Áurea, e reunia escravos, negros libertos, pessoas da classe média e da alta sociedade. O fim da escravidão no Brasil completa 130 anos em 13 de maio deste ano. Em 1888, a princesa Isabel, filha do imperador do Brasil Pedro 2º, assinou a Lei Áurea, decretando a abolição - sem nenhuma medida de compensação ou apoio aos ex-escravos. A decisão veio após mais de três séculos de escravidão, que resultaram em 4,9 milhões de africanos traficados para o Brasil, sendo que mais de 600 mil morreram no caminho. Mas a abolição no Brasil está longe de ter sido uma benevolência da monarquia. Na verdade, foi resultado de diversos fatores, entre eles, o crescimento do movimento abolicionista na década de 1880, cuja força não podia mais ser contida. Entre as formas de resistência, estavam grandes embates parlamentares, manifestações ar...