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Aula sobre Primavera Árabe.

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Primavera Árabe - Resumo

Primavera Árabe:   É o nome dado à onda de protestos, revoltas e revoluções populares contra governos do mundo árabe que eclodiu em 2011. A raiz dos protestos é o agravamento da situação dos países, provocado pela crise econômica e pela falta de democracia. A população sofre com as elevadas taxas de desemprego e o alto custo dos alimentos e pede melhores condições de vida.  Países envolvidos  Egito, Tunísia, Líbia, Síria, Iêmem e Barein. Ditaduras derrubadas:  A onda de protestos e revoltas já provocou a queda de quatro governantes na região. Enquanto os ditadores da Tunísia e do Egito deixaram o poder sem oferecer grande resistência, Muammar Kadafi, da Líbia, foi morto por uma rebelião interna com ação militar decisiva da Otan. No Iêmen, o presidente Saleh resistiu às manifestações por vários meses, até transferir o poder a um governo provisório. A Síria foi o único país que até agora (12/03/2012) não conseguiu derrubar o governo do ditador Bashar al-Assad....

Documentário sobre a Primavera Árabe.

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Começa a Assembleia Geral da ONU; o desafio é a luta pela paz .

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A semana será marcada pela realização na terça-feira (25) da sessão de abertura da 67ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Está anunciada a presença de mais de 80 chefes de Estado e 42 chefes de governo, de acordo com a lista preliminar divulgada. A abertura da Assembleia Geral da ONU é tradicionalmente realizada pelo chefe de Estado brasileiro. Em 2011, Dilma Rousseff foi a primeira mulher a fazer o discurso de inauguração do evento. A presidenta brasileira estará em Nova York a partir deste domingo (23) até o dia 26, onde além de participar da abertura da Assembleia Geral, cumprirá intensa agenda de reuniões com o secretário-geral da organização e com chefes de Estado e governos. A presidenta também participará de reuniões ministeriais do G4 (grupo formado pela Alemanha, o Brasil, a Índia e o Japão para efetivar a participação como membro do Conselho de Segurança da ONU) e do Brics (grupo que inclui o Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul). ...

Ministro do Paquistão oferece recompensa por autor de filme anti-Islã.

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Um ministro paquistanês ofereceu neste sábado (22/09) uma recompensa de US$ 100 mil (cerca de R$ 202,5 mil) pela morte do cineasta responsável pelo filme  Inocência de Muçulmanos , estopim de uma onda de protestos em diversos países por ser considerado ofensivo ao profeta Maomé. O ministro de Ferrovias do país, Ghulam Ahmed Bilour, disse que pagará a recompensa de seu próprio bolso. "Eu vou pagar US$ 100 mil a quem matar o realizador desse vídeo", disse o ministro. "Se alguém fizer outro material blasfemo parecido no futuro, eu também vou pagar US$ 100 mil para seus assassinos." O ministro também convidou membros do Talebã e da Al-Qaeda a participar do que chamou de "obrigação sagrada". "Eu digo a esses países: Sim, a liberdade de expressão está lá, mas vocês deveriam criar leis para pessoas que insultam nosso profeta. E se vocês não o fizerem, então o futuro será extremamente perigoso", afirmou o ministro. A direção do ...

Mundo Árabe.

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O presidente do Egito, Mohammed Mursi, disse que os Estados Unidos precisam mudar sua postura em relação ao mundo árabe. Os comentários do presidente egípcio foram feitos em uma entrevista ao jornal  New York Times,  pouco antes da primeira viagem oficial de Mursi aos EUA como presidente. "Sucessivos governos norte-americanos compraram com dinheiro dos contribuintes a aversão, até o ódio, dos povos da região", disse Mursi. Segundo o jornal, Mursi se referia ao apoio de Washington a regimes ditatoriais no mundo árabe e o apoio incondicional a Israel. De acordo com o presidente egípcio, para aplacar décadas de animosidade no Oriente Médio, os EUA precisam demonstrar maior respeito aos valores à cultura do mundo árabe e mostrar empenho na criação de um Estado palestino. Mursi disse que os norte-americanos "têm uma responsabilidade especial" com os palestinos porque os EUA assinaram o acordo de Camp David em 1978, que pede a retirada israelense da Cisjo...

Geopolítica da América Latina.

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Entenda as negociações de paz com as Farc na Colômbia A negociação de paz entre as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e o governo da Colômbia conta com apoio da sociedade civil do país que, apesar de cética devido a fA comunidade internacional também é a favor do processo de paz. A ONU e União Europeia já haviam se manifestado favoravelmente na semana passada e, nesta terça-feira, a lguns países fizeram o mesmo. O presidente dos EUA, Barack Obama, respaldou o governo colombiano sobre o processo, assim como a presidente Dilma Rousseff que, em nota, disse que a notícia é 'motivo de comemoração na América do Sul e no mundo'. O processo será conduzido pela primeira vez fora do território colombiano e com a presença ativa, até o momento, de quatro países: Cuba, Venezuela, Noruega e Chile. Se der certo, marcará o fim do conflito protagonizado pelas Farc, o mais antigo grupo insurgente da América Latina, em atividade desde 1964, e com forte influência milit...